Leitura do motivo da negativa
Identificamos por que o INSS negou ou cortou o benefício. O caminho muda conforme o motivo informado na carta.
Direito Previdenciário · São Paulo e online
O INSS negou seu auxílio-doença, cortou o benefício depois da perícia ou deu alta antes de você ter condições de voltar ao trabalho? Nossa equipe analisa a carta do INSS e os seus documentos médicos e explica, em linguagem simples, quais caminhos podem ser avaliados.
Entenda o serviço
A equipe lê a carta do INSS para entender o motivo da negativa, confere o histórico de contribuições e analisa os documentos médicos. Depois, explica o que pode ter faltado e quais caminhos podem ser avaliados.
Identificamos por que o INSS negou ou cortou o benefício. O caminho muda conforme o motivo informado na carta.
Verificamos se você estava contribuindo para o INSS e se cumpria os requisitos na data em que ficou sem condições de trabalhar.
Avaliamos se os laudos e atestados mostram a doença e como ela impede o seu trabalho, e o que pode ser complementado.
Por que o INSS nega
Importante saber
Acidentes de qualquer tipo e algumas doenças graves, como câncer, não exigem as 12 contribuições. Cada caso precisa ser conferido.
Como o INSS analisa o pedido
O pedido de auxílio-doença pode ser analisado de duas formas. Nas duas, o que mais pesa é a qualidade dos documentos médicos.
Perícia médica
Um perito do INSS avalia se a doença impede você de trabalhar e por quanto tempo. Leve todos os exames, laudos e receitas, e explique de forma clara o que você não consegue fazer no trabalho.
Se o perito negar ou der um prazo menor do que o seu médico indicou, a decisão pode ser analisada e questionada.
Análise por documentos
Em afastamentos curtos, o INSS pode analisar só o atestado enviado pelo Meu INSS. Para não ser recusado, o atestado precisa ter:
Atendimento passo a passo
O atendimento começa com uma conversa para entender sua doença, seu trabalho e o que o INSS respondeu. A equipe explica o que será analisado e os próximos passos possíveis, sem prometer resultado.
Você conta qual é a doença, qual trabalho fazia e o que o INSS respondeu.
A equipe confere a carta do INSS, o CNIS, os laudos e os atestados.
Você entende se o caminho é recurso no INSS, novo pedido ou ação na Justiça.
Se houver contratação, a equipe acompanha cada etapa, inclusive perícias.
Documentos
Não é necessário ter tudo em mãos para iniciar uma conversa. Se tiver, estes documentos ajudam a equipe a entender a situação:
Auxílio-doença e outros benefícios
Os nomes são parecidos, mas cada benefício serve para uma situação. Em alguns casos, um pode vir depois do outro.
Para quem está sem condições de trabalhar por um período, com expectativa de melhora. Hoje se chama benefício por incapacidade temporária.
Para quem já voltou a trabalhar, mas ficou com uma sequela de acidente que reduz a capacidade para o trabalho de antes. Saiba mais sobre auxílio-acidente
Para quem não tem condições de voltar a trabalhar em nenhuma atividade. Antes se chamava aposentadoria por invalidez. Veja os benefícios do INSS
A doença tem relação com o trabalho? Quando a doença foi causada ou piorada pelo trabalho, o benefício pode ser registrado como acidentário. Isso pode trazer direitos trabalhistas, como estabilidade no emprego por 12 meses depois da volta. Veja nossa área trabalhista
O INSS negou ou cortou o benefício? Leia a carta para identificar o motivo e guarde uma cópia. Se ainda estiver recebendo e não tiver condições de voltar, peça a prorrogação nos 15 dias antes da data de fim. A equipe pode analisar os documentos e explicar se há alternativas, como recurso, novo pedido ou ação na Justiça.
O INSS deu alta, mas a empresa não aceita a sua volta? Essa situação deixa a pessoa sem salário e sem benefício ao mesmo tempo. Não fique parado esperando. Guarde os documentos da alta e o que a empresa disser por escrito, e procure orientação, porque o caso pode envolver o INSS e a empresa.
Advocacia Diana Guedes
O escritório foi fundado em 2017 pela advogada e contabilista Diana Guedes e atua nas áreas Trabalhista e Previdenciária. O atendimento é presencial em São Paulo e também online.
A equipe jurídica e administrativa oferece suporte aos clientes. A Dra. Diana acompanha e revisa os processos, e as etapas são explicadas em linguagem simples, sem promessa de resultado.
Experiências compartilhadas no Google
Avaliações publicadas no perfil do escritório no Google.
EXCELENTE
Com base em 252 avaliações
Publicado em Google![]()
Elaine Cristina Gomes de Souza23/10/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fui muito bem atendida. Estou sendo bem orientada. Recomendo.Publicado em Google![]()
Giandrea Vitale09/10/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Quero agradecer à Dra. Diana e sua equipe pelo excelente trabalho na minha aposentadoria. Deu tudo certo, com muito êxito e em pouco tempo! Uma ótima profissional, muito competente, atenciosa e dedicada. Fiquei muito satisfeita com todo o atendimento e com o resultado. Recomendo de olhos fechados!Publicado em Google![]()
Célia Regina do Nascimento Santos02/10/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fui muito bem atendida pela Dra. Diana e pela Dra. Mirella. Desde o primeiro contato, foram muito atenciosas, acolhedoras e prontas para esclarecer todas as minhas dúvidas, sempre respondendo com rapidez e sem demora. Para mim, esse cuidado fez toda a diferença, principalmente porque já tive uma experiência anterior com outro escritório de advocacia em que, mesmo tendo pago pelo serviço, não tive o retorno que esperava e acabei me sentindo muito desprezada e sem assistência. Por isso, fiquei muito satisfeita com o atendimento da Dra. Diana e da Dra. Mirella. Percebi profissionalismo, respeito e, principalmente, atenção com o meu caso relacionado ao INSS. Recomendo o trabalho delas sem nenhuma dúvida. É muito bom encontrar profissionais que realmente nos escutam e nos fazem sentir amparados desde o primeiro contato.Publicado em Google![]()
Sthefany Sousa25/09/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Foi o primeiro lugar que me atendeu como pessoa de verdade. Que analisou meu caso de forma honesta, esclareceu os direitos reais que tenho e explicou como funciona o processo inteiro de verdade. Nada de falsas promessas ou invenção de coisas absurdas só pra "fechar".Publicado em Google![]()
Claudia Souza24/09/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Gosto do atendimento, as pessoas são solicitas, e até agora me ajudaram a resolver meus problemas! Me ajudou muito mesmo, atendimento excelente!Publicado em Google![]()
Sabrina Walviesse23/09/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Minha experiência nesse escritório é horrível, nunca passa uma informação e quando passa são horas para responder até dias. Sem contar as informações contraditórias cada hora uma coisa diferente, só dei uma estrela porque não tem a opção de não dar nenhuma!Publicado em Google![]()
Guilherme Pereira15/09/2026Trustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
"Fiquei extremamente satisfeito com o atendimento. A Dra. é super ágil, competente e demonstrou um domínio técnico incrível sobre o meu caso. O processo correu muito bem graças ao trabalho dela. Com certeza dou 5 estrelas!"Mostrando nossas avaliações mais recentesCertificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
Dúvidas comuns
Sim. Dependendo do motivo, pode ser melhor entrar com recurso no INSS, fazer um novo pedido com documentos mais completos ou entrar com ação na Justiça. O caminho depende do que está escrito na carta de negativa.
O recurso no INSS deve ser feito em até 30 dias depois de você ser avisado da decisão. Mesmo depois desse prazo, ainda pode haver outros caminhos, como um novo pedido ou uma ação.
Em regra, são 12 contribuições. Acidentes de qualquer tipo e algumas doenças graves, como câncer, não exigem esse mínimo. Também é preciso estar contribuindo, ou dentro do prazo de cobertura, quando a doença impediu o trabalho.
A opinião do perito do INSS pode ser questionada. Com laudos que expliquem as suas limitações, é possível recorrer. Na Justiça, o caso passa por uma nova perícia, feita por um médico nomeado pelo juiz.
Se o benefício ainda estiver ativo, peça a prorrogação pelo Meu INSS nos 15 dias antes da data de fim. Se já foi cortado, guarde a decisão e os documentos médicos para avaliar recurso ou ação.
Sim, desde que esteja contribuindo para o INSS e cumpra os demais requisitos. Vale conferir no CNIS se as contribuições aparecem corretamente.
Sim. O escritório atende presencialmente em São Paulo e também online. A equipe informa como enviar os documentos com segurança.
Outros assuntos de INSS
Conversa inicial
Conte à equipe qual é a sua doença, qual trabalho você fazia e o que o INSS respondeu. Você receberá orientações sobre os documentos e os próximos passos.